domingo, 4 de outubro de 2015

"Noites de Poesia em Vermoim" - 3 Outubro 2015

Foi uma noite mesmo muito agradável, diferente, com muita música, muita alegria e poesia... até tivemos dois solos de música clássica, cantados à capela pela amiga Edite Florbela.

Maria Mamede, ausente em colaboração com outra coletividade, mandou o seu "trabalho de casa" que foi lido por Mário Jorge. José Gomes "justificou" a ausência da Maria Mamede e endossou aos presentes os seus desejos de uma boa Sessão e um grande abraço para todos.

A Mesa foi composta por José Gomes, Mário Jorge e Olga Freire. Mário Jorge abriu esta Sessão referindo-se às más condições em que decorreu a última "Noites de Poesia em Vermoim", em Gueifães, que coincidiu com um concerto em pleno Terreiro de Gueifães.

Colaboraram nesta Noite de Poesia os poetas:

Guilherme Garrincha, Edite Florbela (que nos cantou à capela Santa Lucia e um Fado Coimbra), Jaime Gonçalves, Maria Rosa Oliveira, José Oliveira Ribeiro, Ilídio Cruz, Manuel Bastos, Fernanda Maia, Silvino Figueiredo, Manuela Miguéns, Fernando Zagalo, Mário Jorge, José Gomes e Nelson Ferraz.

Na rubrica "Poesia na Net" foi lido um poema enviado do Recife, pelo amigo João Diogo.

O acompanhamento musical esteve a cargo de Manuel Bastos que nos "deu música", cantou e, sobretudo, ENCANTOU!

José Gomes encerrou esta "Noites de Poesia em Vermoim" anunciando a Sessão Especial de Outubro, "Música e Poesia em Gueifães", a ter lugar no próximo dia 23 de Outubro, com a participação de António Sousa e Ivo Machado:

A próxima "Noites de Poesia em Vermoim" terá lugar no próximo dia 7 de Novembro 2015, pelas 21,30 horas, no Salão Nobre da Junta de Freguesia da Cidade da Maia e o tema proposto é:
"Há histórias à lareira"

Um abraço e até lá...

José Gomes


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domingo, 6 de julho de 2014

Noites de Poesia em Vermoim - A Reportagem


Foi a última Noite de Poesia antes de férias...

Um Salão Nobre bastante cheio, com pessoas de pé e... muitas crianças e adolescentes quiseram estar presentes e dizer as suas poesias!

Na Mesa, como habitualmente, estiveram José Gomes, Maria Mamede, Mário Jorge e Olga Freire.

A parte musical desta Noite esteve a cargo dos seguintes alunos do Prof. Pedro Brito da Escola de Música da Filarmonia de Vermoim:

Beatriz Calçada que nos interpretou "When the Saints go marching in" e "Rolling in de deep";
Lourenço Pacheco que interpretou "Tema da Sinfonia nº 7, de Beethoven" e uma música de sua autoria que chamou "L";
Bernardo Balancho interpretou "O Montanhista" e "Procurando a ovelha";
António França tocou "Por entre os bosques" e "Jogando às escondidas";
Maria França tocou "Carmen", de Bizet e "Trout Quintet", de Shubert;
Zahra Soares tocou "42. Banda de Música em Movimento", de Charles Word;
Nicole Soares tocou "Doce e lento", de Joseph Barnby e "Prelúdio Op. 28, nº 20", de F. Chopin;
José Luís tocou "Dança do Pé" e "A Quinta do Tio Manel";
Verónica Rodrigues interpretou "River Flows in You".

Na " Noite de Poesia em Vermoim" intervieram os poetas:

Guilherme Garrincha, Teresa Vaz, Pedro Cabral, José Ribeiro, Maria Mamede, Irene Lamolinairie, Fernando Neto, Helena Guimarães, Manuel Soares, Alice Queirós, Verónica Rodrigues - 16 anos (que nos declamou um poema de sua autoria), José Carlos Moutinho, Silvino Figueiredo, Manuela Carneiro, Ana Paula Sousa, José Gomes, Manuela Miguéns e Miguel Leitão.

Tivemos uma surpresa que nos foi dada pelos nossos amigos mais pequeninos que declamaram ou poemas da sua autoria ou de outros autores:

Lourenço Pacheco, Bernardo Balancho, António França, Maria França, Miguel Tamagnini, José Luís, Zahra Soares e Nicole Soares (estas últimas fizeram um dueto muito interessante).

Olga Freire e Maria Mamede agradeceram às crianças, aos pais e aos professores o desenvolver do gosto pela música e pela poesia e a maneira como as crianças conseguiram enriquecer estas nossas noites. Esperámos por mais surpresas deste género a partir de Setembro...

Na rubrica Poesia na Net tivemos a colaboração dos poetas:

João Diogo e Leonel Olhero.

Mário Jorge agradeceu a presença de todos os poetas graúdos e menos graúdos, desejou em nome do executivo da Junta de Freguesia da Cidade da Maia e do Movimentum umas boas férias e até Setembro, neste mesmo Salão.

Próxima Noite de Poesia em Vermoim:

6 de Setembro 2014, 21,30 horas, no Salão Nobre da Junta de Freguesia da Cidade da Maia, com o tema: REGRESSAR.

Foi anunciado e distribuído convites para o DIA MUNDIAL DE GOA que terá lugar nos próximos dias 18 e 19 de Julho de 2014, no Auditório da Junta de Freguesia de Águas Santas.



Então, até Setembro.

Um abraço,
José Gomes

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segunda-feira, 4 de março de 2013

Noites Poesia em Vermoim - reportagem de 2 Março 2013


Noite de Poesia diferente. Pouca gente, mas muito interventiva e cheia de calor humano.

Ausências de Armindo Cardoso, Irene Lamolinairie e Maria Mamede, por motivos de saúde. 

Foi, mais uma vez, lembrada a necessidade de os poetas maiatos fazerem chegar às mãos da Maria Mamede (maria.mamede@sapo.pt) poemas para serem inseridos na Antologia de Poetas Maiatos.

Colaboraram nes te Noite de Poesia os poetas Teresa Vaz, Pedro Cabral, Silvino Figueiredo, Fernanda Garcias, João Diogo (poesia na Net), Conceição Lages, José Alberto, Manuela Miguéns, Manuela Carneiro, José Gomes, José Moutinho, Angelino Santos Silva e Maria José Leite.

Esteve presente Keith Xavier de Herédia, um amigo de Goa, trazido pela poetisa Maria José Santos Leite que o apresentou a todos os presentes. O texto que se segue, de autoria da Maria José Santos Leite, reflecte a cumplicidade que se gerou neste serão de Poesia em Vermoim:


A propósito da visita de Keith Xavier de Herédia a esta Noite de Poesia em Vermoim, transcrevo o texto que nos enviou Maria José Santos Leite:

Tive a felicidade de no Facebook ter conhecido um português de Goa residente na cidade do Porto e que ao fim de pouco tempo me introduziu nos grupos do Facebook de Goa Damão-Bacaim-Vasai-Diu-Mangalore-Portugal.
Pouco a pouco fiquei comovida com a força, tenacidade pela dinamização para divulgar, incentivar, apoiar, e preservar suas raízes portuguesas e todos os laços culturais a Portugal, com apoio à cultura indo-portuguesa.
Grupos de Cultura Portuguesa na Índia. A tenacidade, persistência, a luta mesmo sem meios para esta consolidação e divulgação cultural é comovente. Em pouco tempo senti-me sensibilizada, grata e fiquei contagiada por este Amor destas pessoas por Portugal pela nossa história, cultura e a tudo que é Português, e descobri que na verdade se sentem portugueses. O que a história nos esconde, o que os políticos nos enganam e quanta demagogia existe na triste descolonização.
Em pouco tempo também estes amigos captaram o quanto me tocaram a alma com o seu sentir e agir em reação a Portugal e convidaram-me para escrever para a revista Indo Português Global Magazine- IPGM - uma muito boa revista da cultura indo-portuguesa online cujo diretor é Silvestre Machado de Damão, e a dedicação, o Amor, a tenacidade sem nada ganharem é um exemplo e comovente também o jovem Keith Xavier de Herédia de Goa é um dos grandes dinamizadores culturais levando com Amor o nome de Portugal por esse Mundo fora, e com o coração cheio de alegria e gratidão por ser português, informando nos grupos, partilhando toda a cultura e sempre baseado no direito e alegria de ser português, na divulgação, e no dar a conhecer em toda a comunidade lusófona e por esse Mundo fora o forte sentir que os liga a história, cultura portuguesa a nós portugueses neste retângulo, neste recanto do Atlântico. Por tudo isto estas pessoas merecem a nossa sincera amizade, apoio, subscrição da revista internacional IPGM - a qual é gratuita e todos deveríamos apoiar, colaborar, divulgar e subscrever, é gratuita a subscrição. Apoiemos, sejamos gratos a estas pessoas, acarinhando estes portugueses por lei, direito e alma.
Por tudo isto tive a honra de levar às nossas noites de Poesia de Vermoim-Maia o jovem Keith Xavier de Heréria, para dar a conhecer aos poetas e amigos que vão a estas noites de poesia este jovem que sonhava vir a Portugal ver no local os monumento que tão bem conhece de ler. Um bem-haja a todos estes amigos e a todos que bem o receberam nas noites de poesia de Vermoim.

Maria José dos Santos Leite.

José Gomes recordou que nesta noite de poesia foi fechada a recepção de poemas a serem inseridos na III Antologia das Noites de Poesia em Vermoim. Esta Antologia está planeada a ser lançada durante o mês de Junho de 2013.

A próxima Noite de Poesia será em 6 de Abril 2013 e terá como tema SONHAR ABRIL.



Então, até Abril.

Um abraço, 
José Gomes

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Reportagem da Noites de Poesia em Vermoim - 4 Abril 2012


Nunca pensamos ter tanta gente nesta Noite (sábado de Páscoa e dia D em futebol!) como a que apareceu. Os poetas até apareceram com poemas bem construídos e cheios de Força. Mais uma vez foi mais amigos da poesia do que programas distribuídos.

José Gomes fez as saudações habituais e transmitiu os abraços e os pedidos de desculpa dos poetas ausentes. Foi com o poema/texto poético de Leonardo da Vinci " que se iniciou esta Noite, seguido do poema IV da Maria Mamede, do livro "Os Teus Olhos", na voz de José Gomes.

Armindo Cardoso declamou dois trabalhos e eu escolhi este extracto do tema: "Quando olho os teus olhos, / nem sequer quero pensar, / Fico a ver um mar de escolhos, / mas, eu..., / eu, não estou a naufragar; / (...)".
Angelino Santos Silva apresentou-nos os seus poemas, donde destaco da "A Páscoa da minha infância" esta deliciosa quadra: (...) Os miúdos como eu, nesse dia / botavam sapato novo. Não havia pé descalço, / não fosse haver percalço / e lá se ia a festa em dia de Aleluia. / (...).
Rita Castro visitou-nos pela primeira vez e encantou-nos com dois poemas. Esperamos que esta sua experiência seja para continuar. Cá a esperamos nas próximas Noites de Poesia em Vermoim.
Silvino Figueiredo (o Figas de de Saint Pierre de la buraque) presenteou-nos com três belos trabalhos, dos quais destaco este extracto do tema: "A cor dos teus olhos! / O sorriso nos teus olhos! / O amor dos teus olhos! / Olhos que afagam, que enleiam, / Que amam, que meus incendeiam! / (...)".
Manuela Miguéns declamou-nos um poema cheio de emoção mas, infelizmente, não nos deixou o seu trabalho.
José Ribeiro apresentou-nos dois poemas. Destaco este extracto do tema: "(...) Regozijo, enorme é / E nome forte também... / Que a tudo conduz / Os olhos é a luz / Que os seres vivos têm. / (...)".
Olga Freire, a nossa companheira de mesa, escolheu este poema de Leonel Olhero que declamou com a doçura da sua voz: "(...) Amo as noites de luar, / amo o sol, a lua, o céu, / Bem melhor é eu gostar / dos olhos que Deus te deu. (...)".
José Carlos Moutinho, apesar do parlatório do Salão Nobre retorná-lo extremamente nervoso, declamou-nos duma forma sentida o seu trabalho do qual escolhi este pedaço: "Quando as tardes se mascaram de noites / E enganam a saudade de ti / Na melancolia que me sufoca, / Luto por resistir à sensação de breu, / Que me invade a alma / E deixo-me vaguear pelo luar, / Que me traz cintilações de fascínio, / Como os teus olhos... / (...)".
Fernanda Garcia declamou-nos trabalhos seus mas, infelizmente, desta vez esqueceu-se de nos deixar na mesa. Mas gostamos da tua declamação.
Teresa Gonçalves, na sua maneira peculiar, leu-nos poesia sua. Do tema escolhi este extracto: "os teus olhos... / foram musica de sol / clor desejo / de amor atroz / foram mar e ânsia / na canção da água / correndo na minha foz. / (...)".
Irene Lamolinairie declamou poesia sua. Destaco este poema;

Eu Canto Ao Silêncio

Eu canto no silêncio
Do teu corpo
Eu canto no silêncio
Do teu rosto
Eu canto no silêncio
Da tua alma
Meu amor
Eu canto no silêncio
Que te acalma,
Eu canto no silêncio
Dos teu gestos
Eu canto no silêncio
Dos teus passos
Eu canto no silêncio
Dos teus olhos
Meu amor
E canto no silêncio
Dos teus braços.

(Irene Lamolinairie)

Helena Guimarães declamou alguns poemas da sua autoria com a Força que ela sabe dar à sua poesia. Dos poemas que ela declamou foi escolhido quase por unanimidade QUE VENHA UM LÍDER DO POVO. Com a devida autorização da autora este poema foi inserido no Blog Chuviscos.
Deiam um salto até lá que vão gostar.

Ferreira da Costa fechou a Noite de Poesia cantando (com a Irene Lamolinairie e Rita Castro) o tema "Os teus olhos negros". Terminou com a sua interpretação da "Procissão".

A Poesia na Net enviada por Maria Mamede, Maria José Santos Leite, Leonel Olhero e João Diogo foi declamada por José Gomes e Olga Freire.

Agradecemos ao Turismo da Maia a divulgação que fez deste nosso evento.

Anúncios do mês:

Outra Arte - Azulejo Alicatado
José Freitas expõe na Junta de Freguesia de vermoim
13 de Abril - 21,30 horas










Sábado, 21 de Abril 2012, 21,15 horas
Biblioteca Municipal Dr. Vieira Carvalho
Fórum da Maia

Próxima Noite de Poesia em Vermoim:
Sábado, 5 de Maio 2012
MAIO MADURO MAIO

Até lá, um abraço,
José Gomes

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Noites de Poesia em Vermoim - a reportagem



No sábado passado, um sábado de crise até no tempo!!! (disseram-me que foi a primeira noite de sábado deste ano em que a temperatura até convidava a que esta Noite de Poesia fosse feita em pleno ar livre!!!), com um calor abrasador dentro do Salão Nobre, com uma plateia em que primou a presença massiva das cadeiras e em que esteve ausente, mais uma vez, a música e as cantigas que costumam acompanhar estes Serões.

Quero agradecer ao Cesário e à Lourdes Costa o belo apontamento de teatro de revista que nos ofereceram (não deixem de ler o guião que anexo abaixo). Foi pena não ter filmado este apontamento com que o casal nos brindou, mas a máquina fotográfica também se aliou à crise !!!

Isto é que vai uma crise!...
(Adaptação livre para as Noites de Poesia em Vermoim)

Isto é que vai uma crise!...
P’rá gente

Ai Cesarinho
Ai ó Lourdinhas
Estamos em crise!
Como advinhas?

Este lugar perdeu o tino
A armar ao fino
A armar ao fino
Este lugar é um colosso
É tudo nosso
É tudo nosso

Anda tudo a fazer pouco da... gente,
Anda tudo a fazer pouco da... gente.

Isto é que vai uma crise!...

Não sei o que deu à gente da organização
Destas Noites de Poesia em Vermoim
Isto é fazer pouco da inspiração
Propor à gente trabalhar temas assim.

Anda tudo a fazer pouco da... gente,
Anda tudo a fazer pouco da... gente.

Isto é que vai uma crise!...

Que temos crise já toda a gente assumiu
Não é preciso estar sempre a lembrar
C’os impostos «o papel» já se sumiu
E a gente gasta o nosso tempo a... rimar.

Anda tudo a fazer pouco da... gente,
Anda tudo a fazer pouco da... gente.

Isto é que vai uma crise!...

Ai Cesarinho
Ai ó Lourdinhas
Estamos em crise!
Como advinhas?
Este lugar perdeu o tino
A armar ao fino
A armar ao fino
Este lugar é um colosso
É tudo nosso
É tudo nosso

Anda tudo a fazer pouco da... gente,
Anda tudo a fazer pouco da... gente.

Isto é que vai uma crise!...

Isto tem o dedo do Mário Jorge, até aposto,
Ou do presidente da Junta de Freguesia.
Porque a Mamede é pessoa de bom gosto
E o Zé Gomes o que quer é poesia.

Anda tudo a fazer pouco da... gente,
Anda tudo a fazer pouco da... gente.

Isto é que vai uma crise!...

Mas o que importa é estarmos todos animados
Todos amigos a passar um bom serão
Com a política estamos todos lixados
Mas deixar que nos gozem, é que não!...

Anda tudo a fazer pouco da... gente,
Anda tudo a fazer pouco da... gente.

Isto é que vai uma crise!...

Ai Cesarinho
Ai ó Lourdinhas
Estamos em crise!
Como advinhas?
Este lugar perdeu o tino
A armar ao fino
A armar ao fino
Este lugar é um colosso
É tudo nosso
É tudo nosso

Anda tudo a fazer pouco da... gente,
Anda tudo a fazer pouco da... gente.

Isto é que vai uma crise!...
Isto é que vai uma crise!...
Prá gente!...


Vermoim, 3 de Julho de 2010-07-05
Lourdes e Cesário Costa

Quero realçar e agradecer aqui o momento de história de Portugal, mais precisamente sobre Camões, que nos foi trazido pelo nosso decano da poesia, o poeta António Vales.

Colaboraram nesta Noite de Poesia os poetas Armindo Cardoso, António Vales, Angelino Santos Silva (que nos visitou pela primeira vez), Lourdes Costa, Cesário Costa, João Diogo (Poesia na Net, pela voz de José Gomes), Teresa Gonçalves (Poesia na Net, pela voz de Maria Mamede), José Gomes, Maria Mamede, Fernanda Garcias, António Castilho Dias e Manuela Miguéns.

Foi anunciado o lançamento do livro "Dos sentimentos à Poesia", a segunda obra do poeta José da Rosa, que se realizará no salão nobre da Junta de Freguesia de Gemunde (Maia), no próximo dia 16 de Julho 2010 (sexta-feira) às 21,30 horas.

A Junta de Freguesia de Vermoim e o Movimentum - Arte e Cultura desejam a todos os habituais amigos destas Noites de Poesia umas boas e repousantes férias.

Voltaremos em 4 de Setembro de 2010 e o tema proposto é REGRESSO.

Até lá,

Um abraço,
José Gomes

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

"Noites de Poesia em Vermoim" - a reportagem

No passado sábado, 5 de Junho de 2010, tivemos a nossa habitual tertúlia mensal, desta vez com o tema "Os Santos Populares".


Muito pouca gente apareceu nesta nossa iniciativa... mas mesmo assim foi um Serão muito agradável e recheado de surpresas.



Mário Jorge anunciou a abertura da Monumental Cascata do Quim do Pedro, na próxima quinta-feira, 10 de Junho, pelas 18,30 horas.

"A monumental e antiquissima Cascata do Quim do Pedro vai ser de novo exposta em Vermoim. Uma parceria entre a Junta de Freguesia de Vermoim, a Filarmonia de Vermoim e a Família Pedro vai permitir voltar a montar a famosa cascata São Joanina, animada por um intrincado jogo de roldanas e fios, e que desde os princípios do século passado maravilhou sucessivas gerações de vermoenses e maiatos por altura dos Santos Populares. Além dos quadros quase centenários, a cascata, atenta às novas realidades, vai apresentar novas cenas da vida quotidiana de Vermoim e da Maia".

Dois jovens e promissores violinistas, de 6 e 9 anos, respectivamente, Ana Isabel e António Francisco, interpretaram obras de Schubert, Rieding, Suzuki e Bach.

Armindo Cardoso, António Vales, José Gomes, Manuela Miguéns, Silvino Figueiredo, Lourdes Costa, Cesário Costa e António Castilho Dias foram os poetas de serviço nesta Noite de Poesia.

Um sketch da Farsa Inês Pereira, de Gil Vicente, foi interpretada por Joana, Mafalda, António e Mário Sá, elementos da Oficina de Teatro Pé no Charco, um momento alto nesta Noite diferente.

José Gomes, na rubrica Poesia na Net, declamou "Um hino à cidade" de Maria Mamede, "Poema" de Leonel Olhero e "Os 3 Santos Populares" de João Diogo.

Lourdes Costa dedicou este poema à Maria Mamede, ausente nesta sessão:


José Gomes lançou este tema como um desafio aos presentes para a próxima Noite de Poesia em Vermoim, em 3 de Julho de 2010:

"Isto é que vai uma crise!"

Contamos com o vosso espírito criativo.

Um abraço,

José Gomes

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

A reportagem da "Noites de Poesia de Vermoim"



Sábado, 1 de Maio 2010 - Eu "vi" este serão de Poesia assim...:


Neste 1º de Maio tão próximo do Dia da Mãe e com tantas solicitações a dividir os habituais e potencias interessados nestas tertúlias poéticas e com um tema que, parece, não foi de grande inspiração para as musas dos poetas que normalmente colaboram nesta nossa iniciativa, mesmo assim tivemos uma Noite com uma moldura humana bem composta e muito participativa. A voz bem timbrada e cheia de força do José Silva, o nosso cantor convidado, veio dar um ar de Abril combativo neste mês de Maio do Trabalhador e da Mãe.

José Gomes iniciou a Noite de Poesia com uma saudação especial ao amigo Vítor Freitas, colaborador da rubrica "Poesia na Net" que se deslocou de Lisboa para estar presente nesta Sessão (as fotografias que ilustram este blog são da sua autoria) e ao nosso cantor convidado, José Silva, que já não tinhamos o prazer de o ouvir há já muitos meses.

Maria Mamede iniciou esta "Noite de Poesia em Vermoim" com a declamação do seu poema Maio. Colaboraram nesta Noite de Poesia os poetas Adérito Morais, Irene Lamolinairie, Natália Vale, António Vales, Ercília Freitas, José Gomes (que lembrou a presença nestes Serões do saudoso poeta, professor e dramaturgo Fernando Peixoto, declamando poemas seus), Fernanda Garcias, Cesário Costa, Armindo Cardoso, Maria Mamede, Teresa Gonçalves, António Castilho Dias, Marília Teixeira, Lourdes Costa, José da Rosa e Aloísio Nogueira.

Da rubrica "Poesia na Net" destacamos os poemas enviados por Leonel Olhero, Maria Odete Praça, e João Diogo.

José Silva interpretou, na sua maneira muito peculiar, vultos da canção de intervenção portuguesa. Em homenagem às Mães, recordou um poema de José Afonso que este dedicou à mãe, cantando-o em seguida com uma certa emoção:


Quanto é doce quanto é bom
No mundo encontrar alguém
Que nos junte contra o peito
E a quem nós chamemos mãe

Vai-se a tristeza o desgosto
Põe-se a um ponto na tormenta
Quando a mãe nos dá um beijo
Quando a mãe nos acalenta

E embora seja ladrão
Aquele que tenha mãe
Lá tem no meio da luta
Ternos afagos de alguém




CONVITES:

- 8 Maio 2010, pelas 21,30 horas,
Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim


"Sem Sombra de Arte" - exposição de pintura pelos alunos do 11º ano da Escola Secundária da Maia;


- 15 Maio 2010, pelas 21,30 horas,
Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim


Lançamento do livro "Quem raptou o menino Feio", de António Castilho Dias .



O tema da próxima Noite de Poesia em Vermoim, em 5 Junho 2010, é:

"Os Santos Populares"


Contamos com a vossa participação.

Um abraço,
José Gomes

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segunda-feira, 5 de abril de 2010

NPV - A reportagem de sábado passado (3 Abril 2010)


Talvez por ser Sábado de Páscoa o Salão de Vermoim não teve aquela moldura humana que nos tem habituado em meses anteriores. Mas os presentes tudo fizeram para que o calor humano e o bem estar fosse uma constante nesta Noite de Poesia em Vermoim.

Mais uma vez falhamos com os nossos cantores e músicos convidados que estavam ocupados nesta Noite. Valeu-nos a versatilidade do Ferreira da Costa que nos declamou e cantou "A Procissão" e até o Cesário Costa que nos fez acompanhar cantando "As Carbonárias".

Maria Mamede deu as boas vindas aos presentes esperando que esta Tertúlia fosse agradável.

Inocêncio Vidal, antes de começar a sua intervenção dentro do tema desta Noite de Poesia (LIBERDADE) trouxe-nos palavras de Jaime Gonçalves a justificar a sua ausência, uma vez que estava a desenvolver uma actividade dentro do projecto "Um Dia Pela Vida" de que é responsável.

Seguiram-se as intervenções de Armindo Cardoso, António Vales, Adérito Morais, Maria Mamede, Teresa Gonçalves, Fernanda Garcias, Ercília Freitas, Cesário Costa e Manuela Miguéns.

A Poesia na Net esteve representada pelos poemas enviados por João Diogo (Brasil), Paula Raposo (declamado por Maria Mamede), Maria Augusta Loureiro, Victor Freitas e Helena Guimarães (declamados por José Gomes) e Leonel Olhero.


No tema Livre colaboraram com poemas seus ou de outros autores os seguintes poetas: António Castilho Dias, Adérito Morais, Fernanda Garcias, António Vales, Ercília Freitas, José Falagueiro (nosso amigo do Cartaxo que fez questão em estar presente nesta Noite de Poesia), Armindo Cardoso, Marília Teixeira, Cesário Costa, Inocêncio Vidal, José Gomes (que leu o poema "Se eu fosse Deus" de José Machado - Pantanero), Teresa Gonçalves, Ferreira da Costa e Maria Mamede .

CONVITE:

António Castilho Dias divulgou o lançamento do seu próximo livro "Quem raptou o menino Feio" que irá decorrer no próximo dia 15 de Maio, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim.


A este assunto voltaremos no próximo mês.


O tema do próxima Noite de Poesia em Vermoim, dia 1 de Maio de 2010, é MAIO.

Contamos com a vossa participação.

Então, até lá!


Um abraço,

José Gomes

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Noites de Poesia em Vermoim - a Reportagem

A Reportqgem de uma Noite diferente…

Estava um salão com uma moldura humana bem composta… ao ver as folhas de presença verifiquei que estavam muito mais pessoas no salão do que as que se inscreveram para declamar, especialmente na primeira parte, talvez o tema não tenha sido apelativo para os poetas. E desde logo vejo que estamos com um problema entre mãos: não temos acompanhamento musical para esta Noite de Poesia em Vermoim.

Maria Mamede abriu a Noite de Poesia com uma saudação a todos os presentes e uma saudação especial ao poeta José da Rosa que nos visitou pela primeira vez, acompanhado pelo seu filho o cantor lírico Márcio Rosa. Aproveitou a ocasião e pediu~lhe que preenchesse os nossos momentos musicais, proposta que foi aceite

Armindo Cardoso encantou com o seu “Adágios Populares” (…) Quem muito fala, / por vezes pouco acerta, / é como o cinto , / que, por falta de alças / muito abrage, mas pouco aperta. (...). O poeta Costa Moreira Vales, a propósito do seu trabalho sobre o tema, deixou-nos este adágio: “As feridas da ternura, quem as faz é quem as cura”. Teresa Vaz declamou o seu poema sobre o tema a que deu o título “Breve Paixão”. Natália Vale declamou “Louco Desejo”, um poema muito interessante com alguns adágios populares.

No âmbito da “Poesia na Net” foram declamados os poemas enviados por Leonel Olhero, Ísis (Teresa Gonçalves) e João Diogo.

Terminamos esta primeira parte com uma intervenção lírica por parte de Márcio Rosa. Sem qualquer esforço aparente, sem qualquer amplificação sonora, a sua voz encheu o Salão Nobre. A longa e forte salva de palmas premiou esta primeira intervenção do cantor.

Maria Mamede deu o mote para a segunda parte da Noite. Intervieram Armindo Cardoso, Moreira Vales (que declamou um soneto seu dedicado a Pedro Homem de Melo), António Castilho Dias, Fernanda Garcias, Irene Lamolinairie, Maria Manuela Miguéns (declamou um poema dedicado aos amigos que a acompanharam num momento difícil da sua vida), José Gomes, Teresa Vaz, Natália Vale, José Rosa (que nos visitou pela primeira vez), Márcio Rosa, Aloísio Nogueira (que nos falou da II Invasão Francesa nas Terras da Maia e da resistência do Povo aos invasores, resistência essa que era feita não só pelas armas mas também pela poesia popular. Aos burros chamavam-se, Jinó, uma ridicularização do nome do general francês Junot. Outro general, de nome Loison, o maneta, ficou celebrizado na memória colectiva do povo português, através da expressão “ir para o maneta”:

“(...) Aos alheios cabedais/ lançava-se como seta/ namorava branca ou preta/ toda a idade lhe convinha./ Consigo três Emes tinha:/ Manhoso, Mau e Maneta. (...)”.
“O Jinot mai-lo Maneta/ julgam Portugal já seu:/ É do demo que os carregue/ e também a quem lho deu."
.


Maria Mamede declamou poemas do seu próximo livro “Mãos”. Mário Jorge, em nome do executivo, nesta altura em que se encerra um ciclo de 4 anos, exortou a que todos cumpram o seu dever cívico.

Márcio Rosa interpretou de Francisco Lacerda “Tenho tantas saudades” e de Luís Vaz de Camões “Descalça vai para a fonte”.

Em nosso nome e no da Junta de Freguesia de Vermoim agradecemos a actuação de Márcio Rosa, uma actuação sem qualquer preparação, apanhado de surpresa ali mesmo no Salão Nobre. Pena é que o Márcio tão cedo não possa estar no nosso meio a deliciar-nos com a sua voz, uma vez que vai regressar a Londres, onde está a estudar Canto.


José Gomes lembrou o tema para a próxima Noite de Poesia:




Deixo-vos com o poema da Manuela Miguéns:


AMIGOS

Quando parece que o mundo
Desaba em cima de nós
E apesar de tudo o que nos rodeia
Estamos sós
Miseravelmente sós
E temos que nos entregar
Sem nada para agarrar
Sem ninguém para confiar
Sós
Infinitament sós...

Aparecem uns amigos
Com braçadas de flores e sorrisos no olhar
Com palavras de esperança
Em que nos deixamos embalar...
Amigos que são amigos porque sim
E trazem Primavera ao nosso olhar...
Então o mundo em vez de desabar
Começa a desabrochar
Na cabeça já há planos para continuar
E as coisas más esfumam-se no ar
Agora há só flores e presenças e sorrisos
E abraços e luar e ar puro para respirar
E aquela amizade de verdade
No fundo de cada olhar
São amigos que estão ali só para estar
Só para dar
Sem nada pedir
Sem nada levar
E quando os vemos partir
Sabemos que vamos progredir
Com essa força-amizade
Que nos vieram transmitir.

Manuela Miguéns

Um abraço,

José Gomes

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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Reportagem da Noite de Poesia em Vermoim

(Capa do programa distribuído na Noite de Poesia em Vermoim do sábado passado)


Um problema surgido com a fotocopiadora deu azo a que os programas saíssem em fraca qualidade de impressão, do facto pedimos desculpa aos presentes e a António Rebordão Navarro, o escritor nosso convidado (este pedido de desculpas foi feito durante a Sessão).


Um Salão Nobre completamente preenchido, com muitas caras novas entre os presentes, marcou a última Noite de Poesia no Salão Nobre da Junta antiga de Vermoim, no Lugar da Igreja. Em 21 de Fevereiro será inaugurada a nova Junta de Freguesia, em prédio de linhas modernas, situado na Avenida D. Manuel II (entre o Estádio da Maia e as bombas de gasolina).


Em plenos festejos a S. Brás, o santo padroeiro da freguesia, ao som (abafado) das músicas e dos cantares ao desafio lá para os lados das tasquinhas e o cheiro apetitoso dos petiscos do 4º Festival Gastronómico de Vermoim e com as ruas das redondezas entupidas de carros, recebemos o nosso ilustre convidado, o poeta e escritor António Rebordão Navarro.


Coube-me a mim a abertura desta última Noite de Poesia e comecei por endereçar o abraço dirigido pela Maria Mamede, ausente por doença, ao nosso convidado e a todos os presentes, seguido dos cumprimentos e da alegria pela presença de tão ilustre convidado nas nossas Noites de Poesia em Vermoim.


Coube ao editor Jorge Castelo Branco fazer a apresentação da biografia e da obra do poeta e escritor António Rebordão Navarro, nomeadamente a recente reedição dos livros “27 Poemas” e “Romagem a Creta” pela Edium Editores.


Mário Jorge, em nome da Junta de Freguesia, deu as boas vindas a António Rebordão Navarro e demonstrou a sua alegria e a de toda a Junta pela presença deste conceituado escritor que escolheu Vermoim, neste dia de S. Brás, para divulgar a sua obra.


O nosso convidado, visivelmente comovido com estas manifestações de carinho e de reconhecimento, agradeceu as palavras que lhe foram dirigidas e leu alguns poemas do livro “27 Poemas”. Uma grande salva de palmas marcou o nosso agradecimento pela sua presença e pela sua dedicação à arte da escrita e da poesia ao longo da sua vida.


Teresa Gonçalves declamou alguns poemas de António Rebordão Navarro.


Charles, um jovem cantor cabo-verdiano, encerrou com a sua voz quente esta primeira parte da Noite de Poesia em Vermoim dedicada a António Rebordão Navarro e à sua obra.


Dei uma breve explicação sobre a metodologia a seguir nesta Noite de Poesia. O Tema para esta Noite (MANHÃ) e o Tema Livre seriam ditos em simultâneo e cada um dos poetas inscritos apenas diria um poema.


Seguiram-se as declamações de António Castilho Dias, Lurdes Martins (que nos visitou pela primeira vez), Costa Pereira (que nos visitou, igualmente, pela primeira vez e dedicou o poema ao nosso convidado, que admira muito), Fátima Leitão, Alice Campos, Amílcar Mendes, Leonel Olhero (de Vila Real e pela primeira vez em Vermoim), Inocêncio Vidal (que leu um poema seu e outro que lhe fora entregue por Jaime Gonçalves, ausente nesta Sessão), Leonor Reis, Nelson Ferraz (pela primeira vez em Vermoim), Manuela Miguéns, Fátima Fernandes, Teresa Gonçalves, Ercília Freitas e Conceição Paulino.


Vários elementos da Universidade Sénior Contemporânea, de Paranhos, fizeram-nos uma visita. Disseram poesia Teresa Nicho (Cântico Negro, de José Régio), Manuel Lucas (You Are Welcome To Elsinorre, de Mário Cesariny), António Centeio (A Procissão, de António Lopes Ribeiro), Alice Guerra (Bucólica, de Miguel Torga), Tito Rodrigues (Portugal em Paris, de Manuel Alegre), Maria Rosas Poças (Quadras de Aleixo, de António Aleixo).


Colaboraram na Poesia na Net os poetas Maria Paula Raposo, Maria Mamede, João Diogo, Armindo Cardoso, Margusta e Maria Lurdes Martins.


Charles, o nosso cantor convidado, deliciou-nos com a sua voz quente e o sotaque característico interpretando, entre outras, várias composições suas.


Escolhi estes dois poemas:


Manhã


Quando o sol teima em não nascer

E a chuva não para de cair

Quando a pena teima em não escrever

E as flores decidem não abrir

Quando a noite vem para ficar

E as folhas são levadas pelo vento

Quando os melros deixam de cantar

E fica o céu menos azul e mais cinzento

Quando os rios extravasam do seu leito

E a maré se espraia enfurecida

Quando o sonho vai muito além do peito

E a solidão é mais pesada e mais sofrida…


… Eis que do nada surge o teu sorriso

e da natureza muda e preguiçosa

Nesse momento mágico e preciso

Desponta uma manhã clara e radiosa


Ercília Freitas

Fev. 2009

Declamado pela própria



Amanhecer é acordar em teu olhar


amanhecer é acordar em teu olhar

vigilante guardião de meu ser

ondas de ternura cobrem o físico

espaço onde a matéria vive

e o corpo repousa tocam a

imponderável e invisível substância

da alma e do ser doces correntes

que nos ligam e confortam

e |a cada manhã| se reforçam

no íntimo momento de amar


|porque|

amanhecer é acordar em teu olhar.


Tostimara

Fev. 09

http://tostimara.multiply.com/journal/item/28

(Em substituição do poema que foi lido pela própria)



Dois anúncios antecederam o encerramento desta Noite de Poesia, encerramento esse a cargo de Charles e da sua magnífica voz:




Missa do 3º aniversário do falecimento do poeta Castro Reis, no próximo dia 9 de Fevereiro, às 18 horas, na Igreja Nova do Carvalhido. A todos que puderem assistir a este piedoso acto agradecemos a presença.




A Universidade Sénior Contemporânea de Paranhos, agradece a vossa presença na “Noite de Poesia da USC” que se realiza no próximo dia 18 de Fevereiro, às 21,30 horas.


O Tema para a próxima “Noite de Poesia em Vermoim” – 7 de Março de 2009 - é: “CHUVA”.

Boa inspiração e… até lá!!!


AHHH!!!! Desta vez vamos estrear o Salão Nobre da NOVA Junta de Freguesia de Vermoim, na Avenida D. Manuel II, entre o estádio da Maia e as Bombas de Gasolina.


José Gomes





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