"Noites de Poesia em Vermoim" - 3 Outubro 2015
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Lourdes Costa dedicou este poema à Maria Mamede, ausente nesta sessão:

José Gomes lançou este tema como um desafio aos presentes para a próxima Noite de Poesia em Vermoim, em 3 de Julho de 2010:
"Isto é que vai uma crise!"
Contamos com o vosso espírito criativo.
Um abraço,
José Gomes
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Neste 1º de Maio tão próximo do Dia da Mãe e com tantas solicitações a dividir os habituais e potencias interessados nestas tertúlias poéticas e com um tema que, parece, não foi de grande inspiração para as musas dos poetas que normalmente colaboram nesta nossa iniciativa, mesmo assim tivemos uma Noite com uma moldura humana bem composta e muito participativa. A voz bem timbrada e cheia de força do José Silva, o nosso cantor convidado, veio dar um ar de Abril combativo neste mês de Maio do Trabalhador e da Mãe.
José Gomes iniciou a Noite de Poesia com uma saudação especial ao amigo Vítor Freitas, colaborador da rubrica "Poesia na Net" que se deslocou de Lisboa para estar presente nesta Sessão (as fotografias que ilustram este blog são da sua autoria) e ao nosso cantor convidado, José Silva, que já não tinhamos o prazer de o ouvir há já muitos meses.
Maria Mamede iniciou esta "Noite de Poesia em Vermoim" com a declamação do seu poema Maio. Colaboraram nesta Noite de Poesia os poetas Adérito Morais, Irene Lamolinairie, Natália Vale, António Vales, Ercília Freitas, José Gomes (que lembrou a presença nestes Serões do saudoso poeta, professor e dramaturgo Fernando Peixoto, declamando poemas seus), Fernanda Garcias, Cesário Costa, Armindo Cardoso, Maria Mamede, Teresa Gonçalves, António Castilho Dias, Marília Teixeira, Lourdes Costa, José da Rosa e Aloísio Nogueira.
Da rubrica "Poesia na Net" destacamos os poemas enviados por Leonel Olhero, Maria Odete Praça, e João Diogo.
Quanto é doce quanto é bom
No mundo encontrar alguém
Que nos junte contra o peito
E a quem nós chamemos mãe
Vai-se a tristeza o desgosto
Põe-se a um ponto na tormenta
Quando a mãe nos dá um beijo
Quando a mãe nos acalenta
E embora seja ladrão
Aquele que tenha mãe
Lá tem no meio da luta
Ternos afagos de alguém
CONVITES:
- 8 Maio 2010, pelas 21,30 horas,
Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim
"Sem Sombra de Arte" - exposição de pintura pelos alunos do 11º ano da Escola Secundária da Maia;
- 15 Maio 2010, pelas 21,30 horas,
Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim
Lançamento do livro "Quem raptou o menino Feio", de António Castilho Dias .
O tema da próxima Noite de Poesia em Vermoim, em 5 Junho 2010, é:
"Os Santos Populares"
Contamos com a vossa participação.
Um abraço,
José Gomes
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(Capa do programa distribuído na Noite de Poesia em Vermoim do sábado passado)
Um problema surgido com a fotocopiadora deu azo a que os programas saíssem em fraca qualidade de impressão, do facto pedimos desculpa aos presentes e a António Rebordão Navarro, o escritor nosso convidado (este pedido de desculpas foi feito durante a Sessão).
Vários elementos da Universidade Sénior Contemporânea, de Paranhos, fizeram-nos uma visita. Disseram poesia Teresa Nicho (Cântico Negro, de José Régio), Manuel Lucas (You Are Welcome To Elsinorre, de Mário Cesariny), António Centeio (A Procissão, de António Lopes Ribeiro), Alice Guerra (Bucólica, de Miguel Torga), Tito Rodrigues (Portugal em Paris, de Manuel Alegre), Maria Rosas Poças (Quadras de Aleixo, de António Aleixo).
E a chuva não para de cair
Quando a pena teima em não escrever
E as flores decidem não abrir
Quando a noite vem para ficar
E as folhas são levadas pelo vento
Quando os melros deixam de cantar
E fica o céu menos azul e mais cinzento
Quando os rios extravasam do seu leito
E a maré se espraia enfurecida
Quando o sonho vai muito além do peito
E a solidão é mais pesada e mais sofrida…
e da natureza muda e preguiçosa
Nesse momento mágico e preciso
Desponta uma manhã clara e radiosa
Fev. 2009
Declamado pela própria
vigilante guardião de meu ser
ondas de ternura cobrem o físico
espaço onde a matéria vive
e o corpo repousa tocam a
imponderável e invisível substância
da alma e do ser doces correntes
que nos ligam e confortam
e |a cada manhã| se reforçam
no íntimo momento de amar
amanhecer é acordar em teu olhar.
Fev. 09
http://tostimara.multiply.com/journal/item/28
(Em substituição do poema que foi lido pela própria)
Dois anúncios antecederam o encerramento desta Noite de Poesia, encerramento esse a cargo de Charles e da sua magnífica voz:
A Universidade Sénior Contemporânea de Paranhos, agradece a vossa presença na “Noite de Poesia da USC” que se realiza no próximo dia 18 de Fevereiro, às 21,30 horas.
Boa inspiração e… até lá!!!
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