domingo, 7 de outubro de 2012

Noites de Poesia em Vermoim - A Reportagem


A reportagem da "Noites de Poesia em Vermoim" do passado sábado, 6 Outubro 2012:


A mesa onde habitualmente nos sentamos (eu, Maria Mamede, Mário Jorge e Olga Freire) estava ornamentada com um arranjo de flores singelo mas com muita beleza. Mário Jorge tinha-me avisado que, por motivos imprevistos, não poderia estar presente. 
Ficamos na mesa eu e a Maria Mamede...
Passei os olhos pelas pessoas à minha frente, poetas e convidados, e senti um calafrio... contando com os elementos da mesa estávamos apenas 18 amigos da poesia (entre poetas e convidados)!

Em 13 anos em que já decorrem estas "Noites de Poesia em Vermoim" foi a noite com menos presenças...
Claro, acabei por perguntar aos presentes se valia a pena continuar com este sonho de há 13 anos ou se seria agora a altura ideal de atirar a toalha ao chão e acabar com estas tertúlias de poesia.

Gerou-se uma acalorada discussão sobre os motivos desta fraca afluência, uns diziam que neste sábado havia muitos programas realmente muito interessantes e que dispersaram os nossos habituais frequentadores, outros sugeriram que as pessoas estão muito depressivas e que já não têm paciência para escrever, outras estariam doentes... mas a opinião foi unânime: as "Noites de Poesia em Vermoim" são para continuar.

Só tive pena que ninguém da Junta de Freguesia estivesse presente para dar a sua opinião.

Mais uma vez tivemos uma Noite de Poesia em Vermoim" a "seco"! Os nossos habituais trovadores estavam em trabalho pelo Grande Porto.

José Gomes deu início à Noite de Poesia, declamando um trecho poético a que deu o nome de "A Minha Cidade". Pela primeira vez foi elogiado os trabalhos fotográficos inseridos no programa e que são da autoria da fotógrafa Sónia Coelho Gomes.
Irene Lamolinairie, ausente nesta noite por motivo de doença, enviou-nos o seu poema "O Porto à Noite". declamado por Maria Mamede.
Armindo Fernandes Cardoso declamou "A Minha Cidade", "Mulheres" e "O Que Eu Não Vejo", poemas de sua autoria.
Helena Guimarães declamou poemas de sua autoria, mas por avaria no seu computador não os deixou na nossa mesa. Acabei de receber agora mesmo o poema "A Bandeira Está Ao Contrário" que poderão encontrar, mais abaixo. 
José Ribeiro declamou "A Minha Cidade, "O Dia 5 de Outubro" e "A Mania E A Franqueza", poemas de sua autoria.
Manuela Miguéns declamou "Porto", um poema de sua autoria.
Fernando Neto declamou-nos "A Minha Cidade", de sua autoria, e mais um poema do seu livro.
Fernanda Garcias declamou-nos poemas de sua autoria.
Miguel Leitão declamou-nos um poema de Eugénio Andrade e um trabalho de sua autoria.
Maria Mamede declamou-nos poemas de sua autoria. Um deles, dedicado a Fernando Peixoto, na data do 4º aniversário da sua partida, poderão encontrá-lo mais abaixo.
Angelino Santos Silva declamou-nos trabalhos de sua autoria.
António Vales (de Vandoma - Paredes) que tem estado ausente destes serões, trouxe-nos um trabalho muito interessante sobre Camilo que apresentou com um certo humor. Deixo-vos com a primeira parte deste trabalho, uma espécie de despedida, com um grande abraço das "Noites de Poesia de Vermoim":

"Vim matar saudades e despedir-me de todos vocês, estimadas companheiras e companheiros das Noites de Poesia de Vermoim - Maia, porque a partir do próximo dia 14 deixo de ter licença de conduzir, por limite de idade (87 anos).
Despeço-me agora, e não o fiz quando na Primavera deixei de vir, porque queria dizer um adeus em beleza. Vir aqui só para me despedir e, para recitar alguma coisa, ter de ser mais do mesmo, não tinha interesse.
Assim, hoje tenho o gosto de não vir de mãos vazias. Trago-lhes um soneto de Camilo Castelo Branco. (...)"



João Diogo, directamente do Brasil e como habitualmente, pela "Poesia na Net", enviou-nos o seu trabalho sobre o tema, a que chamou "Cidade Do Labor", declamado por José Gomes.
José Gomes terminou esta Sessão de Poesia com a declamação do poema enviado por José Carlos Moutinho, que por motivos imprevistos não pode estar presente. Declamou, ainda "Esta é a Cidade" de António Gedeão e "Poema de Outono" de Florbela Espanca.

Voltaremos no dia 3 de Novembro, pelas 21,30 horas, e o tema proposto é INFÂNCIA.

Deixo-vos com o poema da Maria Mamede:

AO 4º.ANIVERSÁRIO DA PARTIDA
(de Fernando Peixoto)

Neste Outono
Amigo
venho trazer-te
o meu abraço
que a vindimada vinha
do espaço
não permite
atrasos na colheita
nem aceita
que digamos não
à sua escolha…
antiga e exigente
diz que quer
e leva a gente
sem nos dar
qualquer explicação;
e a ela, não podemos
dizer : Não!
O jeito é deixar
que ela nos leve
e nos seja
breve
a dor do adeus
e seja de luz
nosso caminho;
espero ainda
nos seja permitido
de vez em quando
vir a este lado
tão sofrido
e cada qual
abraçar os seus!...

Maria Mamede

Poema de Helena Guimarães:



                             A BANDEIRA ESTÁ AO CONTRÁRIO

“ A bandeira está ao contrário”
disse o homem da rua,
como a criança da fábula
gritou “ o rei vai nu”.
E o Povo acordou,
a tristeza sacudiu,
de desprezo gargalhou,
tornou-se força, rugiu.
Descreu de tanta mentira,
das teorias de cordel,
soube que a realidade
é única e não cabe
numa folha de Exel.
As marionetes da Europa,
sentadas nos gabinetes,
admiradas, tremeram.
Usaram as portas esconsas,
nos palácios se esconderam,
tiveram medo das gentes
que o pão dos filhos pediam.
E, tristes pela sua Pátria,
ao ver as invertinas quinas
os mais velhos só diziam,
em jeito de corolário:
“ Portugal, como a bandeira,
tambem está ao contrário”

Helena Guimarães


Então, conto convosco no dia 3 de Novembro de 2012.

Um abraço,
José Gomes

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domingo, 2 de setembro de 2012

Noites de Poesia em Vermoim - A Reportagem

"... só fazem falta, realmente, as pessoas que cá estão" - palavras de Mário Jorge a finalizar esta Noite de Poesia em Vermoim, do passado dia 1 de Setembro de 2012. E o Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim nem estava assim despido de público!


José Gomes deu as boas vindas ao poetas e público em geral presentes nesta tertúlia de poesia. Justificou as faltas de alguns poetas ausentes nomeadamente Armindo Cardoso (Caro Amigo / Quis o destino que, pela 1º. vez, não poderei comparecer ao sarau do dia 1 de Setembro. Ontem a minha mulher teve um acidente na piscina onde fazia ginástica e, apesar de nada ter fracturado, esteve mal e, só teve alta do hospital ontem ao fim da tarde. Não pode estar só e eu sou o único que estou livre. Desculpem a minha ausência.
Os meus respeitos para todos e para a D. Maria Mamede.), Natália Vale, Leonel Olhero (Amigo José Gomes:
Uma vez mais não vou estar presente na noite de poesia, em Vermoim. E eu que tanto queria ir! Mas a neta mais velha faz anos e vou para Caldas da Rainha. Envio um abraço a todos os presentes...), Marília Teixeira e Irene Lamolinairie.

Mais uma vez e por razões que nos ultrapassam, os nossos habituais amigos que preenchem a parte musical destas Sessões de Poesia, por compromisso vários, não puderam estar presentes nesta tertúlia poética.

Maria Mamede abriu este serão de poesia com uma criação sua: "Mulher do Povo";
José Gomes declamou um soneto da poetisa Florbela Espanca: "A Mulher";
Carla Caldas declamou trabalhos seus: "Mulheres" e "O meu navio à deriva";
José Ribeiro declamou trabalhos seus: "Mulheres", "Dia Mundial dos Avós" e numa segunda volta "Os Emigrantes" e "Adeus minha Mãe";
Teresa Vaz declamou-nos o trabalho seu: "Mulheres";
Pedro Cabral presenteou-nos com um poema de Cecília Meireles;
Fernando Neto declamou-nos dois poemas seus, com o mesmo nome: "Mulheres";
Natália Vale, em Poesia na Net, enviou o seu trabalho: "Mulher Fatal";
Miguel Leitão declamou um poema de Mário Sá Carneiro (Mulher Grávida) e outro de Eugénio Andrade (As Mães);
Manuela Miguéns declamou um trabalho seu que deu o nome: "Ser Mulher";
José Carlos Moutinho declamou trabalhos seus: "Mulher", "Memória" e numa segunda volta "Sol que se esconde nas nuvens" e "Apatia";
Teresa Gonçalves declamou os seus trabalhos: "Mulher", "Pintor" e numa segunda volta "Esta Noite";
Silvino Figueiredo declamou os seus trabalhos: "Mulher",  "Procurem-me nestas palavras" e numa segunda volta "Poesia no Olimpo";
Angelino Santos Silva declamou-nos trabalhos seus: "Cântico às mulheres" e numa segunda volta "Mulher Inteira";
José Gomes declamou um poema de António Gedeão: "Poema da mulher dos cabelos brancos";
João Diogo, em Poesia na Net, enviou o seu trabalho: "Mulheres";
Leonel Olhero, em Poesia na Net, enviou o seu trabalho: "Mulheres";
Maria Mamede deu por encerrada a Noite de Poesia declamando o seu trabalho "Instante".

José Gomes divulgou o lançamento do 13º livro de poesia da Maria Mamede (Por Amor às Palavras) que terá lugar no próximo dia 15 de Setembro, às 21,30 horas, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de S. Mamede Infesta.

Angelino Santos Silva anunciou o II Encontro de Poesia com música antiga, que terá lugar no próximo dia 28 de Setembro, pelas 21,00 horas, na Igreja de S. Francisco, no Porto.

Mário Jorge anunciou a Exposição "Cá da Terra - Artesanato Urbano" que será inaugurada já no próximo sábado, dia 8 de Setembro, às 21,30 horas, na Junta de Freguesia de Vermoim.

A nossa próxima Noite de Poesia em Vermoim será no dia 6 de Outubro e o tema é "A Minha Cidade", no local habitual (Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim) e há hora habitual (21,30 horas).
Contamos com a vossa presença e com os vossos trabalhos.

Um abraço,
José Gomes

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Reportagem da NPV de 5 Fevereiro 2011


Mais uma noite fria para desmobilizar os habituais participantes nestas "Noites de Poesia em Vermoim". Apesar disso tivemos uma assistência e uma participação muito boas.

Carlos Andrade, o nosso convidado para a rubrica "15 minutos com..." prontamente "agarrou" a plateia, com quem dividiu as suas experiências como actor, encenador, cantor e compositor. Cantou-nos algumas composições musicais suas para textos/poemas de Miguel Torga, Armando Coelho, Fernando Peixoto, Maria Mamede, Teresa Gonçalves, António Durval., entre outros. Obrigado, Carlos Andrade, pela tua amizade e a disponibilidade por estares presente nesta Noite. Esperamos poder contar contigo noutras Noites de Poesia em Vermoim.

Maria Mamede deu início a esta Noite de Poesia declamando o poema Carnaval. Seguiram-se as declamações dos poetas Armindo Cardoso, António Castilho Dias, Maria José Santos Leite, Carlos Rebordão Teixeira (que pela primeira vez declamando poesia sua), Irene Lamolinairie, Leonel Olhero, Manuela Miguéns, Jaime Gonçalves, Teresa Gonçalves, Angelino Santos Silva, Fernanda Garcias, José Carlos Moutinho (que nos visitou pela primeira vez e que pediu à Teresa Gonçalves para ler os seus trabalhos), Maria Lourdes Costa (que linda a declamação/teatralização que fez) e Cesário Costa (com a Lourdes Costa, deram-nos um bom momento ao declamarem "Pregões na Cidade").

Carlos Andrade cantou e encantou os presentes, durante os "Momentos Musicais" que preencheram esta Noite de Poesia em Vermoim.

Mário Jorge chamou a atenção para mais uma iniciativa que tem o nome "Precisa-se de Abraços", uma campanha para ajuda a crianças e jovens.

Lançamento do livro Cais da Alma:

O escritor José Carlos Moutinho e a Edium Editores vão apresentar no Auditório da Casa do Povo de Vermoim (Rua do Cavaco, 277, Vermoim, Maia), no dia 19 de Fevereiro, sábado, pelas 16,30 horas, o livro cais da Alma. A apresentação deste está a cargo de Susana Custódio. Manuela Bulcão vai declamar alguns poemas desta obra.

Contamos com a vossa presença e a vossa colaboração na divulgação deste evento.



A próxima Noite de Poesia em Vermoim é no dia 5 de Março de 2011 e o tema sugerido é "QUE CANTAM OS POETAS DE HOJE?".

Então, até lá e boa inspiração.

José Gomes

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

NPV - A reportagem (?!!!) de sábado passado





"Para o ano vamos fazer o Serão de Poesia na Junta antiga e desfrutarmos dos petiscos do 'Há porco no parque', no 5º Festival Gastronómico de Vermoim" - diziam alguns presentes, recém-chegados do festival. E contunuavam - "E as pessoas são tantas que se acotovelam umas às outras!"

Pois! A nossa tertúlia sempre foi mais calma, não tão animada como o Festival Gastronómico (desta vez não tivemos música, nem canções, nem animação!!!), mas tivemos a presença de muitos dos poetas que nos acompanham há muitos anos - e alguns que apareceram pela primeira vez!

José Gomes saudou os presentes e deu início à "Noites de Poesia em Vermoim" cujo tema para esta Noite era "Fevereiro 2010", pedindo desculpa pela gralha no programa, no artigo "Fevereiro - o mês mais pequeno do ano", na segunda linha, onde se lê "(...) na altura era de 19 meses (...)", rectificar para "(...) na altura era de 1o meses (...)".

Maria Mamede declamou o seu poema Fevereiro 2010 - balanço: "Tantos anos à porfia / e tantas contas sem prova / tantos, tantos os meus dias / de agruras e de agonias / mais uma ou outra alegria / quando tentei vida nova... (...)".

Leonel Olhero escapuliu-se de casa, num "vou ali e venho já!!!" e marcou a sua presença no nosso Serão, declamando dois poemas seguidos, dos quais destaco este excerto do soneto Temas... motes: "(...) Dão-me temas p'ra rimar, extravagantes. / São motes complicados... mesmo chocantes. / Um breve exemplo: 'fevereiro, dois mil e dez'. (...)".

Adérito Morais, combalido, compartilhou connosco o difícil momento de saúde que está a atravesssar e a operação que irá fazer na próxima semana. Uma grande salva de palmas expressou a nossa solidariedade, amizade e carinho por este amigo que nos acompanha desde a fundação das Noites de Poesia em Vermoim. Dum dos pemas que declamou destaco este excerto de Fevereiro - 2010: "Foi em Fevereiro que a conheci, / Do ano da graça de dois mil e um. / Era esbelta e bela, / Olhos cor do mar, / Alta, corpo franzino, / Lábios sensuais. (...)".

Lourdes Costa apresentou-nos uma recolha de Adágios populares de Fevereiro, dos quais destaco: "Fevereiro quente, / traz o diabo no ventre. / Quando não chove em Fevereiro, / nem bom prado, nem bom celeiro. / Sol de Fevereiro, / mata a mãe ao soalheiro. (...)".

Teresa Vaz declamou-nos este Fevereiro em que destaco esta parte: "Mês pequeno entre todos / Os meses do ano, / Mês traiçoeiro em que / O tempo é só um engano. (...)".

Cesário Costa, com o seu peculiar ar jovial, apresentou-nos o trabalho Inventar Fevereiro. Escolhi esta parte: "É urgente inventar Fevereiro de 2010. / O mês só tem 28 dias, / já estamos a 6 / e só me restam 5 horas! (...)".

Inocêncio Vidal expressou a sua soladiriedade com Adérito Morais, proferindo palavras de esperança e amizade. Declamou o seu Fevereiro e escolhi este excerto: "Neste mês de Fevereiro / Do ano dois mil e dez / Quero abarcar por inteiro / Todos os mares e marés. (...)".

Manuela Carneiro apresentou-nos um poema carregado e negro a que deu o nome Fevereiro - 2010. É dele este excerto: "(...) Este meu Fevereiro 2010 / É apenas este instante que se desfaz / E eu sou apenas aquilo que já aqui não está / Vos apenas o que imagino e desejo / Natureza criativa que a qualquer instante se refaz (...)".

Jaime Gonçalves declamou-nos um poema que dedicou a Rosa Lobato Faria. Saboreiem este pedaço: "Senhora tão elegante / De porte altivo e sereno / Educada e bem falante / Olhar meigo, cativante / Com tanta arte e mestria / No declamar poesia! (...)".

Humberto Buco, um poeta que nos visitou pela primeira vez, sarrabiscou nesta sessão Fevereiro que transcrevo parte dele: "Fevereiro / Antes de Março / Logo depois de Janeiro. / Ainda é mês de Inverno / Mas a Primavera não tarda / E o Carnaval está já aí. (...)".

Quase que Armindo Cardoso ia ficando no esquecimento, escondido lá no fundo do salão!!! Dos poemas que declamou escolhi Fevereiro 2010 e transcrevo este excerto: "Fevereiro / sempre foi o segundo mês de cada ano, / tenha o número que tiver, / nenhum chegou por engano, / com, ou sem amor de mulher; (...)".

Fernanda Garcias e a Teresa Gonçalves intervieram, nesta primeira parte, com poemas dedicados ao tema mas esqueceram-se de deixar os poema...

A Poesia na Net esteve representada apenas pelos poemas enviados por João Diogo (Brasil) - excerto do poema: "(...) Como mês especial / Fevereiro é carnaval / Em todo o universo. / Alegrem-se, / Quem dele carece, / Pois o riso é uma prece, / E a folia, um sucesso... (...)". - e por Helena Maltez (Ilhavo) - que vos deixo com este excerto: "No respingo indefinido / nasce Fevereiro / pequeno, chuvoso / estranho e sinuoso. (...)".


No tema Livre colaboraram com poemas seus ou de outros autores os seguintes poetas: Leonel Olhero, Maria Fátima Leitão, Adérito Morais, António Castilho Dias, Armindo Fernandes Cardoso, Irene Lamolinairie, José Rosa, Fernanda Garcias, Inocêncio Vidal, Teresa Vaz, Manuela Carneiro, Maria Mamede, José Gomes, Lourdes Costa, Cesário Costa e Teresa Gonçalves.



CONVITE:

A Maria Mamede e a Edium Editores convidam-vos para estarem presentes na Sessão de Lançamento do livro "da Água Toda" a ter lugar no Salão Nobre do Clube Fenianos Portuenses, no próximo dia 20 de Fevereiro, pelas 21,30 horas.



O tema proposto para a próxima "Noites de Poesia em Vermoim", no dia 6 de Março 2010, é MULHER.


Contamos com os vossos trabalhos, a vossa presença e a ajuda na divulgação deste evento.


Até breve!


José Gomes

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