quinta-feira, 17 de novembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Noites de Poesia em Vermoim - 3 Setembro 2016
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domingo, 20 de março de 2016
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
domingo, 2 de junho de 2013
A reportagem das NPV de 1 Junho 2013
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
Noites de Poesia em Vermoim de 4 Abril 2013 - A reportagem...
Uma Noite de Poesia em que o tema foi "Sonhar Abril"... um convite às músicas e aos sonhos de ABRIL.
Desta vez coube ao Mário Jorge abrir a Tertúlia com os agradecimentos aos presentes que, esquecendo a noite fria, quiseram vir celebrar ABRIL na nossa companhia e ao Fernando Ribeiro e Paulo Reis que responderam ao nosso pedido e que nos vieram dar uns momentos musicais em que Abril e os cantores de Abril foram o tema.
Eis que um casal irrompe aos berros pela sala...
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
A reportagem de NPV de 2 Fev. 2013
- Bernardo, de 8 anos (piano) - "Nascer do Sol" e "Bailaria" - tema popular;
- Ana Rodrigues, de 6 anos e André Rodrigues de 13 anos - "Canção de Maio" - tema popular;
- Patrícia Costa, de 14 anos (violino) - "Agricultor feliz" - Schumann;
- Ana Rita Oliveira, de 10 anos (violino) - "Allegro" - Suzuki;
- Margarida Silva, de 14 anos (pino) - "1º andamento do Concerto nº 5" - Bach
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terça-feira, 24 de maio de 2011
A ADÉRITO MORAIS...
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| Adérito Morais Vermoim, 6 Março 2010 |
Na passada terça-feira, 17 de Maio de 2011, Adérito Morais partiu vítima de um acidente de viação.
Relembro Adérito Morais, combalido, na Noite de Poesia em Vermoim do passado 6 de Fevereiro de 2010, a compartilhar connosco o difícil momento de saúde que estava a atravessar e a operação que iria fazer na semana seguinte.
Declamou este poema que nos arrepiou a todos:
Em 6 de Março de 2010, na Noite de Poesia de Vermoim, lá estava ele com o seu sorriso e a sua força. Dizia-me que vencera a primeira batalha de uma longa guerra, mas que iria vencer a doença.
Dos poemas que declamou deixo-vos com este:
Neste mês de Maio partiu...
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Noites de Poesia em Vermoim - Os poemas de Abril - 3
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sexta-feira, 26 de março de 2010
Convite para a Noite de Poesia em Vermoim

Junto anexo o Convite para a próxima Noite de Poesia em Vermoim que terá lugar sábado, dia 3 de Abril de 2010, pelas 21.30 horas, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Freguesia de Vermoim.
O Tema é LIBERDADE
Contamos com a vossa presença e, claro, que nos ajudem a divulgar esta iniciativa!
Senhoras e Senhores da "Poesia na Net":
Não se esqueçam de mandar os vossos trabalhos!!!
Então até Sábado (dia 3 de Abril)... e boa inspiração!
José Gomes
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sábado, 27 de fevereiro de 2010
Convite - Noites de Poesia em Vermoim - Março

Este é o convite para o próximo "Noites de Poesia em Vermoim" que terá lugar sábado, dia 6 de Março de 2010.
O Tema é MULHER... nem a própósito, neste mês da Mulher, da Primavera...
Contamos com o vosso apoio - e a vossa presença - na divulgação deste evento.
Senhoras e Senhores da "Poesia na Net":
- não se esqueçam de mandar os vossos trabalhos! !! - a v/ colaboração é sempre bem vinda.
Até Sábado... e boa inspiração!
José Gomes
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domingo, 5 de abril de 2009
Reportagem da “Noites de Poesia de Vermoim” - 4 Abril 09
Ontem, noite de sábado, tivemos a nossa habitual “Noites de Poesia em Vermoim”, com uma sala menos cheia do que é normal, sem a presença de música e canções pelos e, pior que isso tudo, sem uma pequena referência aos 10 anos de actividade destes serões de poesia em Vermoim.
Deixo-vos com o programa daquela sexta-feira de 9 de Abril de 1999 e cujo tema sempre foi mais poético do que o de ontem: A PRIMAVERA… para recordar!
Depois da troca de cumprimentos entre a mesa e os poetas presentes, dei a palavra a Mário Jorge que, em nome do Executivo, anunciou o lançamento para Junho da II Colectânea de “Noites de Poesia em Vermoim - 2005-2009”, com poemas entrados até ao dia 4 de Abril 2009. Uma grande salva de palmas acolheu esta notícia…
que a noite que desce na cidade
quando na verdade que me inunda
o tempo é só o Inverno da idade…
ou até sempre, ou até nunca mais
e em mim deixou de haver porquês
pela morte de tantos ideais…
e troam sinfonias colossais
quando há mais mar que há marés
ecoando em crateras abissais…
é somente o rosto do cansaço
que faz em bagaço e em mosto
a vindimada vinha do espaço
que a terra, só exige o que lhe cabe;
voltemos à chegada, ao ser menino
é hora de regressar à eternidade!...
Maria Mamede
(Declamada pela própria)
A “Poesia na Net” ressentiu, penso eu, o tema proposto. Poucos foram os poemas enviados, tendo sido declamados os poemas Maria Paula Raposo (poema inserido no programa e declamado por Teresa Gonçalves), Leonel Olhero (declamado por Maria Mamede), e João Diogo ((declamado por José Gomes)).
Desta segunda parte escolhi este poema de Lisete Pinheiro, declamado por Fátima Leitão:
Praia Deserta
E o céu lá no alto
A testemunhar
Que eu era sozinha
Na praia deserta.
Só uma avezinha
Poisou num rochedo
E eu, quase a medo
Quis-me aproximar
Mas ela voou, voou, sem parar.
E pus-me a pensar:
Vou abrir a alma e desabafar,
E por uns momentos,
Tive a sensação
Que as ondas levaram
Para muito longe
Toda esta amargura
Do meu coração.
Ficou encharcada
De eu tanto chorar.
E sulcos gravados
De meus passos dados
No meu caminhar.
E ali fiquei
Quieta a olhar
O imenso mar
Que ouviu meus lamentos,
Que por uns momentos,
Tentei afogar.
(Declamado por Fátima Leitão)
Para não esquecer:
Novo livro de poesia de Maria Paula Raposo
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Dia 2 de Maio 2009
– “Noites de Poesia em Vermoim” –
Tema: MAIO, MADURO MAIO.
Um abraço e até lá.
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domingo, 4 de maio de 2008
Noites de Poesia em Vermoim... a “reportagem” de ontem…
A reportagem do dia 3 de Maio de 2008
Desta vez começamos a horas e com os parabéns ao Albino Santos, avô babado desde as 20 horas!!! Até lhe troquei o nome, ao dar a notícia…
Tivemos uma casa razoavelmente composta, apesar da “concorrência” da Queima das Fitas (a Serenata) e do Rão Kyao que actuou no Grande Auditório do Fórum da Maia (que raiva!!! E eu que gostaria de estar presente neste concerto, não fosse o dia da Noite de Poesia!!!!). Mas como um azar nunca vem só o “Quarteto da Filarmonia de Vermoim” não pôde estar presente nesta Sessão devido à actuação da Filarmonia em Vila Conde. E ficamos sem música… sem música, sim! Mas valeu-nos o nosso versátil poeta Ferreira da Costa que nos cantou a solo uma bela canção… calma, calma! Mais à frente falarei nisto
Anunciei a “Comunicação de ausência” do poeta Armindo Cardoso que foi submetido a uma operação cirúrgica na passada quinta-feira e que devido a este facto não pode estar presente nesta Sábado. Apresentei o seu abraço a todos e que foi retribuído por todos os presentes.
Maria Mamede deu início à Noite de Poesia com a declamação do poema “Penso em Ti”, do seu livro “Palavras Gastas.
Seguiram-se, depois, as intervenções de Teresa Gonçalves, José Gomes, Fátima Fernandes, Cândida Ribeiro, Manuela Miguéns, Jaime Gonçalves, Manuela Carneiro, Silvino Figueiredo (o “Figas” que nos tem acompanhado em outras Sessões de Poesia e que nos leu algumas recolhas de “Pensamentos”). Elisabete Carvalho, Joaquim Soares (um poeta que veio pela primeira vez a Vermoim), Ercília Freitas, Ferreira da Costa, Maria Mamede, Albino Santos e Inocêncio Vidal pela voz de Jaime Gonçalves.
A Poesia na Net esteve a cargo de José Gomes e Maria Mamede que leram poemas de Paula Raposo (Pensamentos), Isabel Cruz (Pensamentos junto ao mar), João Diogo (Pensamentos), Palmira Marques (“Mãe Timorense” – que dedicou às Mulheres e às Mães – e “Timor da minh’ Alma”).
Nesta primeira parte foram declamados poemas muito interessantes e por isso foi muito difícil fazer uma selecção destes. Optei, pela originalidade, por este da Cândida Ribeiro:
UM DIA SEM PENSAMENTOS
O despertador soou baixinho.
Abriu um olho, depois outro, ainda era cedo.
Agradeceu ao PAI este novo amanhecer;
Pediu ao seu Anjo para nunca a esquecer.
Espreguiçou-se, saltou da cama devagarinho,
olhou o reflexo do seu rosto no espelho:
Oh, que linda que era, mesmo de vermelho!
Os cabelos estavam lisos, que maravilha!
brilhantes e dourados como uma espiga.
Ouviu o som da água caindo no seu corpo adormecido.
A toalha deslizou até aos pés, ainda entorpecidos.
Sem pressa, saboreou o pequeno-almoço.
Voltou depois ao quarto, sem alvoroço.
Olhou a roupa pendurada no armário;
vestiu a mais colorida que podia:
Parecia um arco-íris, cantava como cotovia.
O coração bateu devagarinho,
sentiu que celebrava o novo dia, com alegria.
Sorriu de felicidade!
O trânsito, esse, não havia, chegou rápido.
Entrou no seu gabinete, confiante.
Atirou o cabelo para trás, num gesto elegante.
A colega lá ao fundo, olhou espantada,
Murmurou um elogia atrapalhada:
Oh, estás linda, de olhos penetrantes.
Sorriu de novo, de felicidade!
Abriu a janela que dava para o jardim:
um pássaro cantou, a rosa amarela desabrochou.
Nesse momento, o chefe entrou com ar enigmático.
Esperou calmamente para ouvir a sua voz:
O que tenho para assinar? – disse, simpático.
Os processos ficaram prontos num segundo.
Leu, releu e assinou bem ao fundo.
Durante a tarde despachou todo o trabalho:
Sorriu ao telefone, respondeu aos mail recebidos,
atendeu simpaticamente quem chegou,
e consultou os seus blogues preferidos.
Falou com a filha ao telemóvel, (estava tão feliz!...)
Reencontrou um amor antigo, é o que diz.
O filho, esse, nem deu sinais de vida.
Anda sempre atarefado, é muito solicitado,
mas anda sempre feliz!
Chegou a casa despreocupada, sorridente.
Tem uma boa empregada, é competente.
O marido preparava-se para sair, ia à ginástica,
Disse que aula de dança era fantástica.
Acreditou no que ele disse, para experimentar.
Afinal não tinha nada em que pensar.
Perdeu logo 500 calorias, só a dançar.
Entusiasmada, fez logo outra aula: conexão,
Pois então!
Já no final, percebeu com alegria:
A mente tinha encontrado o coração.
Que emoção!
E os pensamentos?
Esses, foram levados pelos ventos. !!!
Canduxa – Cândida Ribeiro
(declamado pela própria, nesta Sessão)
Na segunda parte, no tema “Livre” intervieram António Castilho que nos leu “O Voo do Mosquito”,Manuela Carneiro (que declamou o poema “Nuvens” que preparara para a Noite de Poesia anterior), Bruna Carneiro (que leu “A Poesia e as Cerejas”), Joaquim Soares (um poeta com muito interesse que “descobriu” as nossas Noites de Poesia), Cândida Ribeiro (que homenageou, através de um poema, as flores silvestres), Palmira Marques, de Coimbra, pela voz de José Gomes, homenageou a Mulher, a Mãe e a Nação Timorense, Jaime Gonçalves, que lembrou o 25 de Abril de 1974 e o primeiro 1º de Maio, Teresa Gonçalves, que declamou o poema que fizera para o tema, só que se enganou, pensando que era “Sentimento”, Silvino Figueiredo, o Figas, declamou dois poemas bem ao seu jeito, daqueles que mesmo a sério nos fazem sorrir, Fátima Fernandes, dois belos poemas da sua autoria, Maria Mamede, que fez a sua homenagem a todas as Mulheres, declamando o seu poema “Depois da Guerra, dedicada aos sobreviventes de todas as guerras”, do seu livro “Palavras Gastas”, Ferreira da Costa que dedicou a todas as Mulheres o fado “Igreja de Santa Cruz” (foi esta a surpresa que nos fez, cantando esta canção sozinho, sem instrumentos musicais…), Ercília Freitas que nos declamou dois poemas comemorativos de duas datas: “Capas Negras”, dedicada à Queima das Fitas do Porto e “Mãe” dedicado ao dia da Mãe e Albino Santos, o mais recente Avô das Noites de Poesia, declamou o primeiro poema que escreveu.
Desta segunda parte escolhi este soneto da Ercília Freitas:
Mãe
No teu ventre chão imaculado
Germina e cresce a mais bela secante
Seara casta, isenta de pecado
Onde o milagre da vida está presente
É teu seio, refúgio abençoado
Fonte que dá mimo e acalenta
De onde brota esse néctar sagrado
Que acalma, sacia e alimenta
No teu peito sofrido, maltratado
Bate um coração abnegado
Capaz de amar e perdoar como ninguém
Nele impera o amor mais belo e infinito
De todos o mais puro e mais bonito
Por ele te fez Deus mulher e mãe.
Ercília Freiras
(declamado pela própria, nesta Sessão)
O tema proposto para a próxima Noites de Poesia em Vermoim (dia 7 de Junho, pelas 21,30 horas) é “RIOS”.
Contamos com a vossa colaboração e entusiasmo. Então, até Junho!
José Gomes
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